Escreva do jeito que sai. O icuhub põe em ordem.
No plantão se escreve como dá. O ORGANIZAR devolve o texto por sistema, com os eventos datados e os exames na linha certa — e traz junto o que já está lançado no paciente: laboratório, gasometria, balanço, drogas vasoativas, antibióticos, dispositivos e profilaxias, cada um no sistema a que pertence.
Vale também para a lista de problemas e as condutas, na marcação que você preferir.
Antes de entrar no texto, você vê o antes e o depois lado a lado, e o que mudou.
Toque em TEXTO PRONTO ou O QUE MUDOU, na janela.
Peça, e o assistente prepara.
Escreva como falaria com um colega: “marca POI no 3”, “lança esse laboratório no 5”, “nora a 12 mL/h no 2”, “alta do 7 para a semi-intensiva”.
O assistente conhece a unidade aberta e prepara as mudanças num cartão. Nada muda até você aplicar — e dá para desfazer.
Exames que viram série.
Cole o laudo como vier do prontuário, ou o print da tela. Os valores entram datados, lado a lado, com o gráfico ao passar o mouse.
Na gasometria, GapCO₂, quociente respiratório e P/F saem prontos. Toda conta é feita pelo app, nunca pela IA.
Dose a dose.
Cada droga guarda a série de doses, e o desmame se lê na própria linha. A calculadora vai da vazão da bomba para a dose e da dose para a vazão, com o peso do leito.
Droga desligada fica registrada com a hora.
A passagem se monta sozinha.
Admitiu, deu alta, trocou de leito: a passagem acompanha. Na hora de sair, é imprimir — com as tabelas de laboratório e gasometria, se quiser.
À beira do leito.
O mesmo icuhub no navegador do celular, com as telas na barra de baixo e tudo ao alcance do dedo.
App para iPhone e Android em breve.